.pelo sertão de Guimarães (VI)
E o que dizer dessas palavras de Riobaldo? senão consentir, concordar, baixar as vistas e sorrir, porque é nesse tanto que a gente sente. Mesmo que a cabeça queira pensar que aquele não é o melhor certo sentir, a gente sente bem dentro e fica feliz. E qualquer raiva ou desgosto destinado a qualquer outra estranha pessoa se desfará, porque diante de um certo sorriso, no peito só caberá amor. ver mais.
.pelo sertão de Guimarães (V)
“Mas, com pouco, chegávamos no do-Chico. O senhor surja: é de repentemente, aquela terrível água de largura: imensidade. Medo maior que se tem, é de vir canoando num ribeirãozinho, e dar, sem espera, no corpo dum rio grande. Até pelo mudar. ver mais.
.pelo sertão de Guimarães (IV)
“Aí pois, de repente, vi um menino, encostado numa árvore, pitando cigarro. Menino mocinho, pouco menos do que eu, ou devia de regular minha idade. Ali estava, com um chapéu-de-couro, de sujigola baixada, e se ria para mim. Não se mexeu. ver mais.
.pelo sertão de Guimarães (III)
“(…) ‘Mas o que a gente quer é só pegar a família conosco prisioneira; então, ele vem, se vem! E vem obrigado pra combates… Mas, se você algum dia deixar de vir junto, como juro o seguinte: hei de ter a tristeza mortal…’ Disse. ver mais.
.pelo sertão de Guimarães (II)
“O senhor… Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. ver mais.
.pelo sertão de Guimarães (I)
Que o que gasta, vai gastando o diabo dentro da gente, aos pouquinhos, é o razoável sofrer. E a alegria de amor. ver mais.
O Brasil não é brasileiro?
Fui agraciada mês passado, no aeroporto de Salvador, com uma revista que até então eu não conhecia: Select. Reportagem vai, reportagem vem, eis que me deparo com uma revelação: o Brasil não é assim tão brasileiro. ver mais.
Clariciando com G.H (III)
“E é inútil procurar encurtar caminho e querer começar já sabendo que a voz diz pouco, já começando por ser despessoal. Pois existe a trajetória, e a trajetória não é apenas um modo de ir. A trajetória somos nós mesmos. Em matéria de viver, nunca se pode chegar antes. ver mais.
Clariciando com G.H (II)
“E solidão é não precisar. Não precisar deixa um homem muito só, todo só. Ah, precisar não isola a pessoa, a coisa precisa da coisa: basta ver o pinto andando para ver que seu destino é juntar-se como gotas de mercúrio a outras gotas de mercúrio, mesmo que, como cada de mercúrio, ele tenha em si próprio uma existência toda completa e redonda. ver mais.
Clariciando com G.H (I)
“E agora eu estava como diante Dele e não entendia – estava inultimente de pé diante Dele, e era de novo diante do nada. A mim, como a todo o mundo, me fora dado tudo, mas eu quisera mais: quisera saber desse tudo. E vendera minha alma para saber. ver mais.
Mistérios divinos – Neil Gaiman
A: Lúcifer, diga-me o que fazia, antes de encontrar Phanuel e o corpo. ver mais.